Um bom prompt tem quatro coisas: contexto (a situação), a tarefa (o que queres), o formato (como queres a resposta) e, quando ajuda, exemplos. Quanto mais claro fores, melhor a resposta. A maioria das más respostas da IA vem de perguntas vagas, não da ferramenta.
A anatomia de um bom prompt
Um pedido útil à IA costuma ter estas partes:
- Contexto: quem és, para quem, qual a situação
- Tarefa: o que queres, de forma concreta
- Formato: em pontos, num email, numa tabela, com que comprimento
- Exemplos: uma amostra do estilo ou do resultado que queres
Vago vs claro
Comparar dois pedidos mostra tudo. "Escreve um email ao cliente" dá um email genérico. "Escreve um email curto e cordial ao cliente X a explicar o atraso de dois dias na entrega e a propor uma nova data" dá algo que quase podes enviar.
Iterar é normal
Raramente o primeiro resultado é o final. Em vez de recomeçar, corrige: pede para encurtar, mudar o tom, focar noutro ponto. Conversar com a IA é parte do trabalho.
Do individual ao hábito de equipa
Saber isto na cabeça é uma coisa. A equipa toda usá-lo bem, com modelos partilhados para as tarefas do dia a dia, é outra. É a diferença entre brincar com o ChatGPT e pôr a IA a trabalhar a sério.
Perguntas frequentes
Preciso de saber comandos técnicos?
Não. Um bom prompt é escrito em português normal. O que importa é ser claro no contexto, na tarefa e no formato, não usar palavras mágicas.
Porque é que a IA me dá respostas más?
Quase sempre porque o pedido foi vago. Dá mais contexto e diz exatamente o que queres e em que formato, e a resposta melhora logo.
Vale a pena guardar prompts?
Muito. Ter modelos de prompt para as tarefas repetidas da equipa (propostas, emails, relatórios) poupa tempo e mantém a qualidade constante.
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